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Relativização e negação do antissemitismo

Relativização e negação do antissemitismo

Existe uma forma de antissemitismo que nunca precisa atacar um judeu diretamente. Ela ataca a própria palavra antissemitismo, até esvaziá-la de sentido.

A relativização e a negação não atribuem estereótipos aos judeus, como os outros tropos. Elas atuam sobre o próprio conceito de antissemitismo, esvaziando o fenômeno quando ele acontece — do antissemitismo tratado como coisa do passado à exclusão de judeus e israelenses da categoria de alvos de racismo.

A aula mostra como essa negação se adaptou a cada época, do tabu pós-Holocausto à Guerra Fria, até chegar ao Brasil, onde o mito da democracia racial conviveu com circulares secretas do governo Vargas contra a entrada de judeus no país.

No ambiente digital, sobretudo depois de outubro de 2023, essa relativização aparece nos formatos de “sim, mas”, nos memes que banalizam a experiência judaica e no escudo identitário. A aula fecha com o critério que separa debate político legítimo de negação disfarçada.

Nesta aula

  • O que são a relativização e a negação do antissemitismo
  • Origem do conceito e o tabu do pós-1945
  • Trajetória histórica, da Guerra Fria ao Brasil de Vargas
  • Formas contemporâneas nas redes sociais
  • Como identificar na prática

SOBRE A PRODUÇÃO
Este vídeo foi produzido com inteligência artificial a partir do conteúdo do Atlas Decodificando o Antissemitismo, com curadoria, revisão e supervisão humana da CONIB. Capítulo 19 do Atlas.

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