Que ideia consegue unir a propaganda soviética, um ex-líder da Ku Klux Klan e setores da esquerda europeia contemporânea?
O episódio desmonta a inversão do Holocausto em quatro etapas e explica a negação suave, que não nega o genocídio, apenas apaga o antissemitismo que foi o motor dele. Mostra que a comparação é anterior a Israel, com um memorando britânico de março de 1945, e acompanha sua industrialização na Guerra Fria, da campanha soviética iniciada em 1967 à resolução da ONU de 1975.
E deixa claro onde fica a linha: criticar as políticas de um Estado é legítimo. Descrever uma coletividade inteira como nazista por natureza é outra coisa.
Capítulo 27 do Atlas Decodificando o Antissemitismo, da CONIB.

